sábado, 28 de novembro de 2009

The Congos!

Festejou-se ontem o 1º Aniversário da Taking Over, com a presença de Freddy Locks e da mítica banda do roots reggae, The Congos, como era de esperar foi um espectáculo incrível. Apesar de diversas musicas serem novos temas do seu último álbum “Back in the Black Ark”, cantaram muitos outros, nomeadamente os seus grandes clássicos como “Open Up The Gate”, Row Fisherman Row”, “Ark Of Covenant”, "Chlidren Crying”, "Youth Man”, entre outros. Para terminar houve a oportunidade de nos infiltrarmos nos bastidores e claro, tivemos o previlégio de captar alguns momentos com os membros da banda, principal destaque para Cedric Myton, Roy Ashanti, Kenroy Fyffe e Watty Burnett.
Vejam!

Churrascada antes do concerto


Fidalgo e a minha irmã Joana


Fidaldo a mexer com a brasa!


Marcelo, Nelson e Manu, viram só para matar a sede


Viagem de eléctrico Belém-Calvário


A pandilha de Alfornelos (Henrique, Pantxi, Miguel e o Águas)


Cedric Myton


The Congman is Coming!


The Congos - Intro


The Congos - Children Crying


Roy Ashanti with us!


Cedric Myton with us!


Classic picture (Cedric & Pantxi)


Henrique, Cedric e Miguel

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Special Edition 2009


Realizou-se ontem o Special Edition 09, na Praia do Norte na Nazaré. Como é do conhecimento de todos, este é um campeonato que se realiza em condições extremas e levadas ao limite pelos atletas convidados, para além disso este campeonato tem outra particularidade, apenas se realiza de 2 em 2 anos, o que o torna mais “apetitoso”. Eram 10:30 e toca o telemóvel, “Primo João – Mekie puto ta tudo, vais surfar? O meu irmão está ai no Caixote, vai entrar agora!“, “Eu – A sério? Ainda não posso surfar por causa das costas, mas vou lá tirar-lhe umas fotos”… Assim fui! Ao 12:00 já estava o meu primo Miguel a sair da água. Enquanto ele se vestia, estávamos a comentar “bem hoje devem estar umas no Special Edition”, nisto começamos a picar-nos para irmos lá à Nazaré. Com algum vacilo, pois íamos faltar às aulas. Lá viemos a minha casa num instante, buscar a máquina de filmar e o almoço. Posto isto, arrancámos rumo à Nazaré. Chegámos ao Farol da Nazaré às 14:00, agarrámos no material de filmar, claro e descemos até à Praia do Norte. O mar estava grande mas com bastante irregularidade, o que dificultou a vida dos atletas como das motas de água, mas o importante é que a segurança esteve sempre lá. Para terminar destaco um atleta que me surpreendeu imenso, é ele José Octávio (Brasil) que completou duas manobras incríveis na segunda ronda, em ondas possantes. Primeiro saiu com um reverse aéreo invertido animal aterrar num turbilhão, que ninguém percebeu como é que ele acertou aquilo e depois um ARS escancarado para uma direita. Sem dúvida foi o atleta mais destacado de todo o campeonato, não só por estas duas manobras, mas também pelo à vontade que demonstrou. Contudo, e para espanto de todos, foi o veterano Mike Stewart que arrecadou o titulo da prova. Na minha opinião foi uma jogada de marketing, não vejo outro motivo. É triste mas é assim, os interesses dos organizadores e das pessoas que estão à frente.
De regresso a casa, ainda passámos pelas Caldas da Rainha para jantarmos com a minha irmã Joana e com o master Fidel, e como era de esperar a casa estava cheia de pessoal, foi para terminar o dia em grande. Obrigado à Joana que encarregou-se de fazer o jantar para a malta toda, e ao Fidalgo que partiu uma cerveja na cozinha e não tinha esfregona para a limpar! Mas que obra de arte ficou naquele tecto!
Em baixo alguns momentos deste dia.

Miguel Fernandes

Praia do Norte vista do Farol da Nazaré

O público na praia

O Cisco e o seu belo assento

Um pouco de acção

Aguardar a entrega de prémios

O resultado dos 3º primeiros atletas. O Nuno Amado tem que aprender a dizer Jesus!


Master Jorginho!


Pessoal das Caldas (Joana, Tavira, André, Fidalgo, Miguel, etc.)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Avencas at the winter

Adoro o contraste entre o inverno e o verão, mas não há dúvida que o inverno é algo especial, pelo menos para mim. Algumas captações feitas hoje de manhã, anunciam que o inverno chegou, e com ele grandes ondulações! Para quem conhece a praia e a frequenta no verão, (sim porque no inverno contam-se pelos dedos quem é que lá põe os pés, não é assim Miguel?) vai de certeza observar grandes contrastes.



Alguém vê o Caldeirão?

sábado, 21 de novembro de 2009

Apertar na Fenda...

Hoje a tarde foi passada apertar na mítica fenda, localizada no Parque Natural da Arrábida. Como o tempo não estava a nosso favor, o único sector favorável era o sector mais duro, La Rampa. Onde predominam os 7b, 7b+, 7c, 8a, etc., como era de esperar afrouxei num ápice, tentei a minha sorte juntamente com o Mokas aka Alex, e o fortíssimo Filipe Ascensão que fez de nós gato-sapato, mas o tiro saiu-lhe pela culatra, pois tinha ido lá hoje com o propósito de encadear a via “Branca de Neve” (7b), só que ela não lhe deu tréguas! À que volver nova miente! Venga ahí!


Chegada ao Portinho da Arrábida

A caminho da fenda (Alex e Filipe)

Filipe a colocar expressos à via "Branca de Neve" (mesmo à menino)


Filipe a tremer na "Branca de Neve" (7b)


Filipe à muerte! "Branca de Neve"


A estreia do Alex! "Bad Boys" (6b+++)

Eu a ensinar ao Filipe como se faz um encordoamento com o nó de oito!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Origem da alcunha Casxe...

Foi sensivelmente à 10 anos atrás, que iniciei a minha fase artística. Na altura ouvia muito hip-hop, e sob a influência do ambiente que vivia, juntamente com amigos e companhias (o Godinho, o Xana, o Fran, etc.), começei a pintar. Ciêntificamente a fazer graffitis. Primeiro tive de arranjar um tag, como gostava de desenhar as letras (XESCA) e como não queria deixar nenhuma de fora, surgiu a palavra CASXE, seria o meu tag. Na altura tinha apenas 13 anos, mas apesar de muito novo, ainda pintei algumas vezes com amigos e participei em alguns projectos de intuito ilustrativo no secundário.
Ao contrário da alcunha que ainda dura até aos dias de hoje, essa minha fase só durou dois anos, além de serem bastante dispendiosas as tintas, a minha mãe não me apoiava e pelo contrário dizia que eu era um vândalo. Com tal pressão, rendi-me e deixei de "pintar".
Em baixo, algumas das "obras" feitas por mim.

Casxe 1999

Casxe 2000

Casxe 2001

Casxe 2001

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

The Congos coming again!

Faltam menos de 10 dias para o mítico e lendário grupo jamaicano "The Congos" pisar mais uma vez o solo nacional. Aguardá-nos uma noite com um dos melhores roots reggae da história, clássicos como "Row Fisherman Row", "Open Up The Gate", "Children Crying", "Ark Of The Covenant", entre outros. À que agradecer à Taking Over Productions, por promover estes eventos, aos amantes do puro roots! Saudações

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Escalada no Vale de Poios

Na passada sexta feira quando nos dirigíamos para as II Jornadas Técnicas, optamos, como tínhamos tempo, em passar no Vale de Poios. Apenas encadeamos uns V, 6a e 6a+, chegáramos tarde ao local o que não nos proporcionou grande tempo de prática. Com o tempo bastante nublado eram cerca das 17:30 e já estava praticamente noite. Em baixo algumas fotográficas do Kiko, do Xico, do António e minhas.










segunda-feira, 16 de novembro de 2009

II Jornadas Técnicas de Canyoning 2009

Realizou-se no passado fim-de-semana as II Jornadas Técnicas de Canyoning em S. Pedro do Sul, próximo de Viseu. Iniciou-se sexta-feira com a recepção dos participantes, seguindo de um jantar e umas palestras a propósito do canyoning nos Açores, Guara e Astúrias. Sábado o dia começou cedo com inúmeras palestras e debates, entre elas e eles, o canyoning responsável, ou seja a prática da modalidade sem comprometer o meio natural, neste caso as ribeiras. Foi muito falado o peso de carga, isto é a capacidade de indivíduos que uma ribeira pode suportar ou quando passa a ser um excesso o número de pessoas envolvidas ao mesmo tempo, isto em termos de realização da actividade. Irá comprometer certamente outros grupos que estejam em prática. Outras palestras debruçaram-se sobre os modelos de formação a propósito do canyoning, comparação com os diferentes modelos (o da Desnível, da APECATE, da CIC, FFS, etc.), outras ainda tiveram que ver com alguns exemplos de empresas que exploram a actividade, como a Transserrano, os Picos de Aventura e a Tobogã. Mais para o fim da tarde, foi feita uma mesa redonda com o tema, Empreendorismo, com vários especialistas a debaterem diversos assuntos.
Por fim a seguir ao jantar, foi abordado alguns incidentes e acidentes em canyoning, e logo de seguida foi feito um sorteio de algumas lembranças para os participantes. Com alguma sorte e azar dos outros, víamos a saírem coisas ao outros participantes e nós os quatro (Eu, o Kiko, o Xico e o António) a olhar, dizendo “oh não nos vai sair nada, estou mesmo a ver”, até que de repente estava uma faca a tobogã para calhar a sortudo e vai o António e diz, “ já ficava com ela, não me importava e acaba por lhe sair, foi muita coincidência, logo na rifa a seguir calha-me um saco estanque. Sai mais umas e outras e o Kiko e o Xico acabaram por ficar a chuchar no dedo. Como referi à pouco, com sorte de uns e azar dos outros!
Terminamos o dia a beber umas cervejas e a jogar cartas, misturado com várias conversas, isto até as 4 e tal da manhã. Desleixamo-nos nas horas, isto porque supostamente no dia seguinte, Domingo iríamos descer o rio Teixeira, mas como as condições eram mesmo péssimas acabamos por não fazer nada, houve pessoas que foram fazer workshop’s e outros foram fazer hidrospeed com o Pedro Pacheco, não podemos alinhar nesta última solução porque já não havia vagas, e acabamos por regressar a casa, ainda parámos em Coimbra para almoçar e deixar lá o António e seguimos caminho até casa.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A Caminho de S. Pedro do Sul...

Hoje parto juntamente com três amigos o Xico, o António e o Kiko rumo a S.Pedro do Sul, com obejctivo de participarmos nas II Jornadas Técnicas de Canyoning.
Neste encontro serão abordadas vários aspectos da modalidade, como o seu desenvolvimento no continente e regiões autónomas, os seus impactos ambientais, a sustentabilidade, etc.
Com saida por volta das 12:00, achamos por bem passar pelo Vale de Poios e treinar um pouco (escalada), para quem não sabe o Vale de Poios situado entre Pombal e Condeixa, é dos melhores sitios para a prática de escalada em Portugal. Penso que o Xico, o António e o Kiko ainda não tiveram oportunidade de lá ir, por isso acho que vai ser bastante positivo para eles, e para mim claro, adoro aquilo!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Açores - S. Jorge

Já conhecido para muitos. O arquipélago dos Açores, constituído pelas suas nove ilhas (Corvo, Flores, Pico, Faial, S. Jorge, Graciosa, Terceira, S. Miguel e Santa Maria), situa-se na dorsal média atlântica onde vive e cresce a natureza de forma selvagem. Ai, devido à pouca ou quase inexistente exploração dos recursos naturais que ai existem, o arquipélago torna-se um local único no que toca à prática de modalidades desportivas de natureza e aventura.
Foi no passado dia 9 de Outubro que parti juntamente com o meu amigo Francisco Frade, para este magnifico lugar com o intuito de realizarmos o curso de canyoning (modalidade que consiste descer ribeiras). Este realizava-se entre 12 e 18 do mês em questão, em S. Jorge. Partimos de Lisboa, fizemos escala na ilha Terceira e por fim chegamos a S. Jorge. O nosso objectivo era ir antes de o curso começar, para podermos conhecer melhor a ilha e praticar um pouco de canyoning.
Assim foi, chegamos a S. Jorge e pusemo-nos a pedir boleia até Velas (vila mais desenvolvida da ilha), é inacreditável mas aqui ao contrário do continente, ninguém passa sem parar e perguntar para onde vamos. Se não for possível dar boleia, param e pedem desculpa. Podem não acreditar mas é assim. Parou um carro e para minha surpresa era o André Domingues (Campeão Europeu de Caça Submarina), também vivia aqui na Parede, mas optou por mudar de ares. Para quem não sabe os Açores são também um paraíso no que toca a esta modalidade.
Chegamos a Velas, e dirigimo-nos aos bombeiros, local este onde iríamos ficar alojados durante todo o curso. Rapidamente tomamos um banho, descartamos o material que não era necessário para os dias que iríamos ficar por nossa conta a explorar a ilha, pois não tínhamos meios de transporte e iríamos caminhar bastante (mal sabíamos nós! Não é Xico).
Saímos dos bombeiros com a bênção do comandante Gil Branco que foi muito prestável à nossa recepção e fizemo-nos à estrada.
Boleias e mais boleias, entre calado com vários momentos de caminhada, o nosso objectivo era chegar à Fajã de S. Cristo, mas acabou por não acontecer. Ficámos pela Fajã dos Cubres.

Estava quase a anoitecer mas ainda tive que ir à água apanhar o nosso jantar. Uma garoupa foi o nosso petisco. Com algum sofrimento por parte do Xico (Francisco Frade), este teve pena no acto da morte do animal. Mas foi só por uns instantes, já noite, e com a tenda montada, acendemos uma fogueira e fizemos o jantar. Garoupa no carvão! Ao princípio parecia não ter lá muito bom aspecto mas assim que demos a primeira garfadas sorrimos, “bem não está assim tão mal, podia estar um pouco mais assada”. Lá comemos e deitamo-nos, pois o dia tinha sido bastante longo.
A noite foi horrível, um vendaval gigante assombrou-nos, parecia que ia tudo pelos ares. Estávamos com algum receio, não tínhamos consultado as previsões, ou melhor não nos recordávamos, o que deixou-nos numa angústia.
Acordámos com um sol esplendor e com pouco vento. Tomámos o pequeno-almoço e depois de arrumarmos a tenda e o material todo, seguimos até à tão desejada Fajã de Santo Cristo. Cerca de duas horas de caminhada e com 30kg às costas, lá alcançamos a fajã. O primeiro impacto por nós sentido, foi o de invasão. Parecia que tínhamos invadido aquele local, as pessoas olhavam de lado para nós, pouco ou nada receptíveis. Apesar de ser um lugar com características únicas e encantador, ficámos com uma má impressão com as pessoas que lá viviam.


Parámos para beber uma cerveja e arrancamos, pois tínhamos que superar algo que desconhecíamos, ou melhor tínhamos conhecimento da distância que ainda tínhamos que percorrer (5km) mas não sabíamos que nesses 5km teríamos que superar um desnível de 700 metros.
Com um terço do caminho percorrido, encontrámos algo que à muito buscávamos, uma ribeira. Seria a nossa primeira estreia na modalidade, uma cascata com cerca de 8 metros. Lá desfizemos as malas e equipamo-nos. Cheios de vontade em estriar o material novinho, fizemo-nos à água. Comecei por montar o rappel e descer, logo de seguida o Xico seguiu-me e estivemos ali cerca de uma hora a treinar algumas técnicas e maneiras de utilizar o novo material.




Posto isto, retomámos a caminhada e alcançamos com muita dificuldade a Serra do Topo, a cerca de 700 metros de altitude. Parece pouco, mas não se esqueçam que cada um de nós tinha perto de 30kg às costas e o desnível era muito acentuado. Chegámos à estrada principal, pois tínhamos estado sempre a andar por trilhos de terra, e começamos a pedir boleia. Pode parecer contraditório com o que descrevi inicialmente, mas ninguém nos dava boleia. O tempo estava muito mau, bastante vento e nevoeiro, para além disso estava quase a anoitecer. Concluímos que as pessoas pensavam, “olha estes maluquinhos, que andaram a fazer aqui ainda por cima a uma hora destas?”. Lá com alguma paciência, parou um senhor um pouco reticente, mas assim que começamos a falar durante a viagem de regresso a Velas, percebeu que não éramos malucos, mas assim jovens aventureiros.
De volta aos bombeiros de Velas, já lá estavam outros dois amigos, o António Canhoto e o Francisco Garcia. Instalámo-nos e depois de tomar um valente banho, decidimos juntos ir jantar fora. Passamos o jantar a falar da nossa aventura e de saber como tinha corrido a viagem deles.
De rastos, devido ao esforço exercido por mim e pelo Xico, ainda houve disposição para ir ao bar da Vila, o único, beber umas cervejas. Estávamos descansados por amanhã era domingo e o curso só iria começar 2ªf.
Domingo passámos o dia a descansar e a recuperar forças para começarmos o curso.
2ªFeira começaram a chegar os outros formandos do curso, uns do continente também, como o Tiago Lopes, e a Sofia, membros da ESHTE (Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril) e outros de diversas ilhas do arquipélago açoriano. Com estes chegaram também os formadores, Francisco Silva, Pedro Pacheco, Paulo Pacheco, Mário Silva, juntamente com os monitores auxiliares Luís Bettencourt e Marco Melo.
Eram cerca das 22:00, quando começou a primeira aula teórica, onde abordamos os aspectos básicos da modalidade, como a sua história, a sua evolução, os seus perigos, o material utilizado, etc.
Durante os dias seguintes (3ª, 4ª 5ª, Sábado e Domingo) foram dias dedicados à prática desta modalidade, acordávamos perto das 8:20 e às 9:00 já estávamos de partida para as ribeiras. Várias técnicas, situações, soluções e escolhas foram tomadas ao longo destes dias. Por vezes à noite reuníamos todo numa sala e debatíamos alguns aspectos relevantes praticados durante o dia.




6ª Feira foi o dia de descanso e por coincidência era o meu dia de aniversário. Foi óptimo porque deu para nos divertirmos até um pouco mais tarde e no dia seguinte estarmos por nossa conta.
Passamos o dia a nadar, caçar e a saltar de umas rochas ao pé do porto de Velas. O maior salto vai para o Xico, foi o que saltou de mais alto, deixando os seus adversários (Garcia, António e eu) a léguas. Com isto e olhando agora para a caça submarina, consegui despertar um fascínio por parte do António e do Kiko (Francisco Garcia) por este desporto, ficaram apanhados, por assim dizer.

Com muitos outros momentos misturados com estes que acabei de referir, foi assim de modo geral que se procederam as coisas neste paraíso formidável. Agradecimento aos formadores e claro aos nosso colegas de curso, uns com algumas características particulares… heyhey!